Resumo: Este relato visa compartilhar a experiência da produção de um vídeo popular sobre a
construção das habitações no assentamento do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) Olga Benário, localizado no município de Visconde do Rio Branco, MG. O assentamento conta com a mediação do grupo “Terra Crua” que está possibilitando a projetação arquitetônica de forma participativa ao invés de adotar a planta padrão oferecida pelo INCRA. O relato justifica o porquê da escolha do vídeo para documentar o processo, apresentando seu potencial enquanto instrumento de luta para o movimento. Discute o caráter participativo do vídeo a partir da exposição da metodologia utilizada
para a produção do vídeo e do contato com a comunidade. Aborda, ainda, a tentativa de possibilitar a apropriação dos equipamentos de filmagem por parte dos assentados e a metodologia utilizada nas entrevistas.
Palavras-chave: vídeo popular; MST; participativo; documentário; habitação.


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